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Assembleia dos profissionais do SAMU

O Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo (SEESP) realizou assembleia para discutir as alterações das bases que a Secretaria está fazendo, inclusive jornada de trabalho de 24 para 36 horas. A reunião aconteceu no na quinta-feira, (28/02), na Secretaria Municipal de Saúde. Estiveram presentes Marcelo Itiro Takano e Marcela Josefina Passarini coordenadores de […]

Assembleia para discutir as alterações das bases

O Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo (SEESP) realizou assembleia para discutir as alterações das bases que a Secretaria está fazendo, inclusive jornada de trabalho de 24 para 36 horas.

A reunião aconteceu no na quinta-feira, (28/02), na Secretaria Municipal de Saúde. Estiveram presentes Marcelo Itiro Takano e Marcela Josefina Passarini coordenadores de Regulação do SUS – REGSUS; Ivonildes Ferreira da Silva e Josefa Bezerra do Vale – Representante Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo; Lydia dos Santos Manhães, Luciane C. Cavagioni e Henriqueta Santos Antunes -Enfermeira SAMU-SP.

Após panorama conjuntural sob a perspectiva gerencial, o coordenador de regulação do SUS, Marcelo Itiro Takano afirmou que o SAMU está realizando modalidade assistencial, que é o Suporte Intermediário de Vida (SIV). Uma distorção ao formatar o SIV pareado ao SAV. Para ele o SIV não deve substituir o SAV, pois o papel do SIV seria para agregar Suporte Básico de Vida (SBV). E distribuindo de forma mais adequada o SAV para garantir a presença do enfermeiro junto ao médico, focando no máximo de efetivo possível.

No entanto, ele confirma que não há médicos suficientes para compor as 15 SAVs, mas que os médicos disponíveis devem compor pelo menos 9 a 10 equipes que rodem diuturnamente todos os dias. Com o objetivo de vincular enfermeiro onde tem médico e garantir o maior número de SIV.

Takano ressalta que encaminhou diretriz para que toda Base do SAMU tenha um enfermeiro Responsável Técnico e que esse profissional deverá agregar a responsabilidade técnica de todas as áreas da unidade inclusive as das equipes do SAMU, já que o SAMU irá compor a unidade e que isso trará melhor logística de controle e manutenção de insumos.

Questionado sobre a falta de água potável, o coordenador afirma não entender esse questionamento, pois esse item tem que ter sempre. “Agora com a reorganização haverá um responsável que terá a obrigação de coletar esses dados e repassar a unidade responsável” ressalta. E finaliza afirmando que o colaborador do SAMU sempre estará vinculado ao CNES da ambulância, mas a gestão funcional e operacional da base será descentralizada.

Jornada de Trabalho

Quanto aos turnos, o coordenador ainda não soube responder se o enfermeiro trabalhará de dia ou de noite, se fará 24 horas ou se terá jornada de 12×36, mas para aqueles que já laboram nestes horários nada será modificado.

No entanto, a direção do sindicato ressalta suas preocupações, para a  garantia de turnos, carga horária e de que aquele profissional possa ser alocado o mais  próximo possível do ponto onde trabalham agora.

Escolha de vagas X Diário Oficial

A diretora do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo (SEESP) ressalta sobre a compreensão e a complexidade significativa de cada um, quanto ao entendimento do que vem descrito no DO, e isso tem que ficar muito claro para a enfermeira.

Segundo o coordenador, a legislação permite o cadastro em duas ambulâncias desde que seja dividido o turno de trabalho. Formando uma equipe linear a cada 24 horas por SAV, estabelecendo a vinculação do CNES da maneira a causar o menor impacto.  “Hoje se tiver que colocar um médico em uma ambulância e outra a tarde não tem problema”, declara Takano.

Outro ponto abordado e que será levado em conta será para a permanência do plantão atual do profissional, chamado de De/Para referindo-se a base antiga e a nova base.

Comunicação falha

Embora o coordenador fale sobre transparência, as informações nunca chegaram para a equipe operacional.

Insuficiência de Vagas – A conta não bate

O número de vagas não é suficiente para os enfermeiros que já fazem o SAMU e depois da publicação do DO, eles farão parte de uma reseva técnica. Segundo o coordenador, depois dos processos de escolha de vagas, serão repensadas as estratégias para sanar esse déficit.

Estrutura inadequada

O SEESP sempre buscou trabalhar com que há de melhor e qualidade para o trabalhador, no entanto, recebeu denuncias de inadequações nas unidades integradas aos outros serviços. E em atenção a este questionamento da diretora, o coordenador afirmou que tentará corrigir para sanar essas inadequações.

Retenção de Macas

Para a denúncia de retenção das macas do SAMU realizada pelas unidades, segundo o governo esse não será mais um problema, pois a unidade será integrada e o profissional terá condições de avaliar qual o melhor local pode receber o paciente.

Cadastro do CNES

Adequação do CNES é prioridade para a municipalidade, mas a atenção do Sindicato também é prioridade para o cadastro adequado deste trabalhador.

GERENTES DE BASE

Para quem ainda não foi contemplado, ainda terão novas publicações  e que provavelmente na segunda etapa serão abertas novas vagas para gerente de base.

URAM – Vagas insuficientes

Uma discussão que se não houver acordo, o sindicato deverá chamar assembleia para discutir a questão.