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Nota em resposta à matéria divulgada na Folha de São Paulo

O Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo (SEESP), entidade que há mais de 30 anos trabalha a favor e defende os direitos dos profissionais da categoria, vem por meio dessa nota desmentir notícia que foi publicada nesta sexta-feira (1º) no site e na versão impressa do jornal Folha de São Paulo, em que […]

O Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo (SEESP), entidade que há mais de 30 anos trabalha a favor e defende os direitos dos profissionais da categoria, vem por meio dessa nota desmentir notícia que foi publicada nesta sexta-feira (1º) no site e na versão impressa do jornal Folha de São Paulo, em que afirma que sindicatos passam a cobrar para homologar rescisão.

Apesar da reforma Trabalhista, que entrou em vigor no dia 11 de novembro, acabar com a necessidade de homologar rescisões de contratos diretamente com o sindicato, o que fez alguns sindicatos não filiados a Central Única dos Trabalhadores (CUT) cobrarem pelo serviço, o SEESP informa que não irá cobrar por este serviço, primeiro por ser um direito garantido em Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), e também por acreditar que o profissional precisa ser amparado pelo seu sindicato, independente dele ser associado ou não. Homologar é um dever da entidade para que ele ou ela sinta-se seguro de que sua rescisão está sendo paga corretamente.

Essa generalização feita pelo jornal Folha de São Paulo, além de ser sensacionalista, trata todos os sindicatos da mesma forma, sem apurar corretamente a notícia antes de ser publicada, ouvir todos os lados e usar da imparcialidade, que são deveres da profissão. Por atitudes irresponsáveis como esta de um meio de comunicação tradicional, que deve, antes de tudo, zelar pela verdade, o país enfrenta tantos problemas sociais políticos.

O SEESP finaliza ressaltando que está à disposição dos Enfermeiros e Enfermeiras, tanto de sua sede quanto de suas subsedes, para que venham até a Entidade e solicitem o recálculo dos valores a serem recebidos antes da homologação, já que com a Reforma, o trabalhador que assinar a homologação terá maior dificuldade para ingressar com processo contra a empresa quanto as verbas rescisórias, uma vez que terá que arcar com os custos e despesas processuais de acordo com as modificações da lei.