Notícias

SEESP participa de mesa de negociação com a prefeitura de Campinas

O Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo (SEESP), representado pelo diretor Péricles Batista, a advogada Camila Kitamura e o colaborador Vitor Lopes, participou nesta terça-feira (03) de uma mesa de mediação no Ministério Público do Trabalho (MPT) de Campinas para debater a proposta da prefeitura e a contraproposta do SEESP, uma vez que […]

O Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo (SEESP), representado pelo diretor Péricles Batista, a advogada Camila Kitamura e o colaborador Vitor Lopes, participou nesta terça-feira (03) de uma mesa de mediação no Ministério Público do Trabalho (MPT) de Campinas para debater a proposta da prefeitura e a contraproposta do SEESP, uma vez que é este sindicato quem encabeça o pedido de mediação. Além do SEESP, da prefeitura e da Vitale, estavam presentes também os representantes do Sindicato da Saúde e o Sindicato dos Médicos da região.

Após a apresentação das propostas, o procurador do Ministério Público do Trabalho sugeriu que a prefeitura apresente, de forma setorizada, uma planilha com a relação nominal de cada trabalhador e os valores a serem pagos para que o sindicato possa apresentar aos Enfermeiros. As competências de Fundo de Garantia em atraso, a princípio, não entrariam nesse acordo, bem como o valor da multa, com o que o SEESP não tem acordo.

Ficou decidido que a prefeitura terá um prazo de 10 dias para apresentar a planilha com a relação nominal dos enfermeiros, seus setores e se será necessário parcelar as verbas rescisórias. O SEESP de posse desses documentos, levará para a categoria decidir em assembleia.

“Deixamos bem claro que o Sindicato dos Enfermeiros não aceitou nenhuma proposta, apenas entendeu que não era o momento de sair da negociação quando a prefeitura está propondo uma forma de pagar os trabalhadores para evitar que tenha que entrar em juízo”, explicou o diretor Péricles Batista. “Não é praxe do nosso Sindicato tomar nenhuma decisão sem o aval de nossa categoria. Iremos apresentar as propostas em assembleia que será soberana para decidir.”