SEESP atuou na pandemia pela vida das/os enfermeiras/os

 SEESP atuou na pandemia pela vida das/os enfermeiras/os

A pandemia de Coranavírus já dura dois anos. Ela trouxe, além da emergência sanitária, enormes dificuldades para os profissionais de saúde, especialmente para a Enfermagem. Diante disso, já em abril de 2020, enquanto o governo negava a gravidade da pandemia, o SEESP pleiteou medidas em várias instâncias, visando garantir EPIS (Equipamentos de Proteção Individual) de qualidade, porque um grande número de profissionais se desdobrava em plantões sem as condições adequadas, o que acabou gerando contaminações e mortes que poderiam ter sido evitadas.

“A entidade ganhou diversas ações na justiça, obrigando hospitais a fornecerem EPIs adequados. Isso foi muito importante para garantir a vida dos profissionais”, avalia Elaine Leoni, presidente da entidade.

Foi do SEESP também a iniciativa de exigir o afastamento dos profissionais de saúde integrantes de grupos de risco elevado para os quadros graves da doença causada pelo coronavírus dos locais de atendimento com intensivo contato com o público, com adaptação desses profissionais a home office ou atividades administrativas.

“Também exigimos a recomposição dos contingen­tes de profissionais de saúde dos serviços de saúde do Estado de São Paulo, como base no padrão estabelecido pela Resolução nº 543/2017, do Cofen”, lembra a secretária geral do SEESP, Solange Caetano. 

Já nesse ano, as ações continuaram. Um exemplo foi o ingresso junto Ministério Público para suspender o decreto da Prefeitura de Araraquara que determinava que os profissionais de saúde contaminados por Covid-19, estivessem assintomáticos e tivessem toma­do as três doses da vacina não cumpriam isolamento domiciliar.

A presidente do SEESP diz que, mesmo que a pandemia esteja em estágio menos grave, o Sindicato continua atento a fim de monitorar e tomar medidas para garantir a saúde dos enfermeiros. “Tivemos um grande contingente de profissionais com ansiedade e outras doenças decorrentes do excesso de trabalho em condições precárias e das sequelas que o Covid deixou. É preciso que garantam o afastamento do trabalho para que esses profissionais possam se tratar e voltar ao trabalho em condições melhores”, diz Elaine.

Ela garante que o Sindicato continua atento e batalhando por melhores condições de vida e trabalho para toda a categoria com segurança.

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