SEESP realizada reunião com SPDM para discutir agressões contra enfermeiros

O diretor do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo (SEESP), Péricles Batista, e a advogada da Entidade, Camila Kitamura, estiveram reunidos esta semana com diretores técnicos, supervisores de Enfermagem e do SESMT do SPDM-PAIS para conversar sobre os casos de agressões físicas e verbais que os enfermeiros tem sofrido.

Em média três casos por semana são denunciados pelos trabalhadores do SPDM e, quando necessário, é aberto Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT). De acordo com os representantes da instituição, essas ocorrências diminuíram após aumento da segurança patrimonial, além da presença da Guarda Civil Metropolitana, que tem acompanhado as trocas de plantões nos períodos noturno e diurno, quando os casos tendem a se agravar.

“Os usuários querem ser atendidos com prontidão e estão no seu direito, pois estão com dor. Mas isso não justifica agressão aos profissionais que, na maioria das vezes, estão sobrecarregados por conta da alta demanda de atendimentos (nos casos de municípios com epidemia de dengue, principalmente) e não tem equipes extras para auxilia-los. É extremamente urgente que as instituições busquem soluções junto à Secretaria Municipal e Estadual de Saúde para que ninguém seja prejudicado. Os usuários precisam ter sua assistência garantida com qualidade e rapidez e os trabalhadores precisam ter condições laborais adequadas. Não basta apenas colocar segurança patrimonial, pois a saúde é feita por seres humanos”, comentou Solange Caetano, presidente do SEESP.