Desde 1990, os direitos de crianças e adolescentes são garantidos por lei, por meio do Estatuto da Criança e do Adolescente que completa 31 anos neste dia 13 de julho.
No Estatuto estão presentes, por exemplo, o direito à vida, à saúde, ao esporte, à educação, à convivência familiar e à alimentação. Esses direitos, no entanto, nem sempre são respeitados. Com a pandemia de Covid-19, diversos desses aspectos não foram cumpridos.
Segundo a Unicef, a situação de crianças e adolescentes se agravou, particularmente, entre as famílias mais pobres. A segunda rodada da pesquisa Impactos Primários e Secundários da Covid-19 em Crianças e Adolescentes, lançada nesta sexta-feira, 11, pelo UNICEF, mostra que as famílias morando com pessoas menores de 18 anos estão sofrendo cada vez mais os impactos econômicos e sociais da crise sanitária. Isso impacta, especialmente, os mais vulneráveis.
Milhares de estudantes brasileiros ficaram sem educação na pandemia, por não terem acesso à internet, telefones, tabletes ou computadores.
Muitos brasileiros menores de 18 anos enfrentam a violência policial nas favelas e outros tantos acabam se envolvendo com o tráfico de drogas e outros crimes por falta de perspectivas.
O Estatuto da Criança e do Adolescente foi um grande avanço, mas é fundamental que ele seja efetivamente cumprindo e o país respeito e valorize nossas crianças e adolescentes.
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