A diretora do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo (SEESP), Ana Firmino, que também é diretora da Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE) e integrante do Comitê de Mulheres da Internacional de Serviços Públicos (ISP), está participando da 70ª Comissão sobre a Situação da Mulher, realizada na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque (EUA). O encontro é considerado o principal fórum global dedicado à promoção da igualdade de gênero e ao fortalecimento dos direitos das mulheres.
Durante a sessão, ela acompanha debates e articulações voltadas à promoção da igualdade de gênero, à equiparação salarial e ao reconhecimento dos desafios enfrentados pelas trabalhadoras, especialmente em áreas como a Enfermagem, categoria composta majoritariamente por mulheres.
A CSW70 reúne governos e representantes da sociedade civil para discutir temas centrais relacionados aos direitos das mulheres e meninas. O encontro conta com delegações de diversos países que participam de debates, painéis e negociações voltadas ao avanço de políticas públicas de igualdade de gênero.
O Brasil participa da sessão com uma delegação coordenada pelo Ministério das Mulheres, liderada pela ministra Márcia Lopes. A comitiva reúne representantes dos governos federal, estaduais e municipais, integrantes do sistema de justiça, do Poder Legislativo, pesquisadoras, especialistas da academia e representantes de organizações da sociedade civil.
Temas centrais da edição
• Garantir e fortalecer o acesso à justiça para mulheres e meninas, tema prioritário da sessão;
• Participação política e enfrentamento às violências contra as mulheres, tema de revisão;
• Empoderamento de mulheres idosas, apontado como tema emergente.
Para Ana Firmino, a participação de representantes de Enfermeiras/os e do movimento sindical em espaços internacionais como a Comissão sobre a Situação da Mulher é fundamental para ampliar o debate sobre igualdade de gênero no mundo do trabalho e fortalecer a luta por direitos e valorização das trabalhadoras da saúde.
A dirigente também ressalta a importância de que essas discussões sejam conduzidas a partir de uma perspectiva interseccional, considerando as múltiplas desigualdades que impactam a vida das mulheres, especialmente das trabalhadoras do setor público e da área da saúde.
Juntas somos mais fortes!
