A violência vivenciada pelos profissionais de saúde no ambiente laboral é uma realidade e não se trata de algo novo neste cenário. As estatísticas apontam que eventos relacionados a violência se destacam como problemas de saúde pública, resultando em danos significativos para os profissionais que atuam nessa área1.
Entende-se que a violência laboral é um ato negativo, onde há o envolvimento de duas ou mais pessoas. Neste contexto, surge a agressividade que determina o comportamento de um, dos dois lados e desencadeia uma série de emoções contraditórias que surgem pela repetição desses atos.
A pessoa agredida pode se sentir constrangida e, às vezes, conforme o grau de envolvimento entre agressor e agredido, ameaçada ou perseguida, por conviver continuamente sob os atos ofensivos em situações diversas inseridas no contexto do trabalho
Na década de 1990, houve um avanço na compreensão da violência no ambiente de trabalho, que passou a ser classificada como estrutural ou institucional, bem como comportamental ou relacional. Independentemente do tipo de violência, já se comprova que pode causar danos tanto ao trabalhador quanto àqueles que estão sob seus cuidados por poder impactar em uma queda no padrão de trabalho e de saúde do profissional
Este estudo partiu da necessidade de mostrar em uma população de Enfermeiros do Estado de São Paulo –SP, o cotidiano de violências no ambiente laboral que desafia constantemente os profissionais.
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