Nesta terça-feira (02/04), o Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo (SEESP) participou de uma reunião online do Comitê Mundial LGBTQIA+ da Internacional de Serviços Públicos (ISP), que reuniu representantes de diversos países.
A presidente do SEESP, Elaine Leoni, que também coordena o Comitê LGBTQIA+ da ISP, destacou a relevância do 1° Encontro Sindical LGBTQIA+ de Enfermeiros e Enfermeiras da Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE). O evento, previsto para ocorrer de 20 a 22 de junho, antecederá a Parada do Orgulho LGBTQIA+ de São Paulo – a maior do mundo.
O evento pretende definir diretrizes e debater pautas de interesse da comunidade, promovendo o diálogo internacional em busca de melhorias na qualidade laboral, social e econômica.
Para Elaine Leoni, o encontro representa um avanço na luta por representatividade. “Defendemos que enfermeiras e enfermeiros LGBT+ ocupem mais espaços de poder, tenham seus direitos garantidos e que haja um olhar específico ao lidar com esses profissionais. É essencial assegurar qualidade de vida no trabalho, livre de preconceitos”, destacou.
Nesse contexto, avanços como a recente decisão da Universidade de Campinas (Unicamp) reforçam a importância da inclusão e da garantia de direitos. Nesta terça-feira, a instituição aprovou a reserva de vagas para pessoas trans, travestis e não-binárias em seus cursos de graduação. A medida, válida para o ingresso pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Universitário, representando uma conquista significativa na luta por equidade e oportunidades.
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