O Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo realizou assembleia da categoria na manhã dessa quarta-feira, 19 de janeiro, para tratar das condições de trabalho, dimensionamento de pessoal e estratégias de mobilização dos enfermeiros da Atenção Primária de Saúde, no município de São Paulo.
Com uma boa participação da categoria, ficaram definidas as seguintes deliberações:
- Exigir pagamento de hora extra em substituição ao banco de horas;
- Propor rodízio das UBS que abrirão nos finais de semana;
- Exigir a contratação de novos profissionais, para que a ESF continue com seu cuidado longitudinal.
- Procurar o Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde para propor mobilizações conjuntas;
- Realizar campanha de mobilização nas unidades de saúde, com a produção imediata de bóttons e faixas para serem usados nas respectivas unidades de saúde;
- Enviar oficio para a secretaria municipal de Saúde de São Paulo e para o prefeito municipal, solicitando uma reunião para tratar sobre as reivindicações da Enfermagem;
- Panfletagem da Carta Aberta do SEESP e do Coren-SP nas unidades de saúde;
- Realizar abaixo-assinado na população, pedindo apoio à da Enfermagem e ações da prefeitura de São Paulo no sentido de atender às reivindicações da categoria.
“É fundamental que continuemos mobilizados, pois nas próximas semanas teremos maior demanda com o avanço da variante Ômicron da Covid-19 e precisamos urgente que nossas reivindicações sejam atendidas”, afirma a presidente do SEESP, Elaine Leoni.