SEESP vai ao MPT contra a COSAM e a prefeitura de Mauá

24/01/2022

O Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo ingressou no Ministério Público do Trabalho com pedido urgente de mediação contra o Complexo de Saúde Mauá (COSAM) e o município de Mauá porque os Enfermeiros que prestam serviços na instituição não recebem reajuste de salários desde 2017.

Descumprindo as cinco Convenções Coletivas de Trabalho (CCTs) assinadas entre os anos de 2017 e 2021, os salários dos profissionais Enfermeiros estão congelados, sem qualquer tipo de correção ou recomposição inflacionária.
O pedido de mediação é uma forma de chamar atenção para o problema e dar início as negociações. O SEESP pede que, caso não seja resolvido com a mediação, o procedimento seja convertido em Inquérito Civil.

A presidente do SEESP, Elaine Leoni, afirma que ficar tanto tempo sem reajuste de salários causa grandes transtornos para a vida dos profissionais. “O não pagamento do reajuste anual, que é um direito dos trabalhadores, impacta diretamente na vida financeira e social, haja vista a diminuição do poder de compra e subsistência, bem como o lazer familiar. Além do desgaste físico e mental que os profissionais Enfermeiros estão submetidos, ainda precisam conviver com a falta de compromisso e reconhecimento do empregador”.
A presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo acrescenta, “ não medimos esforços para resolver a situação para que os profissionais tenham garantidos os seus direitos fechados em convenção coletiva de trabalho, o mais breve possível, para que reajustes salariais devidos sejam pagos , assim recompondo as perdas financeiras para no mínimo fazer a manutenção da vida e da família de todos”.

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